Jovem submisso ao seu mestre

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há há 1 ano
Quebrar um rapaz é trabalho duro. Mesmo quando querem - quando sabem que precisam - é realmente mais uma arte delicada do que uma ciência. Tens de estudar o rapaz, sentir o seu corpo, sentir a sua vontade, encontrar onde ele é mais forte... e onde está mais vulnerável. Quando encontrei o pequeno Austin, ele estava sozinho e frio na rua. Parecia frágil, muito pequeno e magro para ser adulto. Só quando o avaliei cuidadosamente é que descobri que esta era a sua maneira natural. Ele parecia sempre pequeno e frágil. E na minha experiência, isso é o que muitos dos meus clientes acham mais valioso. Para Austin, quebrá-lo não era só uma questão de mostrar-lhe a minha autoridade. Ficou claro que ele me ouviria e faria o que eu lhe disse. Mas quando lhe toquei, ele teve um momento de hesitação. Dúvida. Um sentimento na sua mente de que ele devia estar a proteger-se. Proteger algo que lhe tinham dito era dele. Fazia parte do processo de correção. Faz parte do trabalho árduo que temos pela frente. Toda a sua vida, disseram-lhe que era a sua própria pessoa. O seu próprio homem. Que tinha de ser forte e independente. Responsável pelo seu futuro e pelo caminho que seguiria. Eu via nos olhos dele sempre que ele olhava para mim. Ele estava perdido, confuso e desesperado por um lugar neste mundo. Ele não queria a responsabilidade. Ele não queria o fardo. Tive de o libertar dessa ideia. Libertem-no da sua verdadeira jaula: autonomia. Austin primeiro precisava ser despojado. A identidade dele. A sua história e expectativas. Levei-o para a área de encenação, uma sala escura e isolada onde podia ajudá-lo a passar por esta transformação essencial. Ele estava nervoso e tremendo, como qualquer cordeiro levado a um altar de sacrifício seria. Mas através do medo nos olhos dele, pude ver o coração dele a rebentar de esperança. Ele não sabia o que ia acontecer, mas no fundo eu sabia que ele ficaria feliz por não ter sido o único a decidir. Passei as mãos sobre o corpo dele, apalpei-o, avaliei...